Como começou o Airsoft Deixe um comentário

[special_font size=”32″ unit=”px” ]Saudações amigos Insanos!!![/special_font]

Iniciamos uma forte parceria com a GM Tático e depois de algumas reuniões resolvemos trazer matérias que poderão auxiliar tanto novos jogadores assim como jogadores mais experientes.

Quantas vezes vamos conversar com um amigo, um conhecido ou até mesmo um desconhecido que descobrem que você é jogador de Airsoft e surgem aquelas questões, que para nós são “bobas”, mas se pararmos para pensar em nosso início, tínhamos as mesmas dúvidas.

Então seus problemas acabaram hehehe, compartilhem nossas publicações, é muito importante que você comente também, pois só assim aumentaremos o nosso leque de conhecimento e identificaremos o caminho certo.

Para iniciar nossas publicações, vou falar sobre a origem do Airsoft e também do meu início lá no Japão. Tenham uma boa leitura. A origem do Airsoft jogado pela primeira vez no final de 1970, o conceito empregado foi o de produzir armas realistas que disparassem projéteis não letais para fins desportivos e de simulação.

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Como começou o Airsoft

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​As primeiras armas que levavam esse conceito eram conhecidas como armas Mattel Shell, que disparavam projéteis de metal. O Airsoft teve sua origem no Japão, onde o porte de armas é proibido,os primeiros fabricantes eram a Masudaya, Fujimi e Matsushiro, empresas de brinquedos que viram uma excelente oportunidade de negócio devido à carência das armas reais no país. ​

As primeiras armas eram as chamadas “springs”, ou por ação de mola tiro-a- tiro, tendo como primeiros projéteis, esferas de 7 milímetros fabricada em borracha maciça, todavia, estudos mostraram que as esferas de plástico em 6mm seriam mais baratas e mais fáceis de fabricar. ​

A comercialização do Airsoft na América do Norte se deu durante os anos 80 levada pela empresa Daisy, onde até então não se pensava no Airsoft fora do Japão. ​

A Daisy comprou a Maruzem do Japão onde deu início a fabricação a uma linha de armas para serem vendida nos USA, de tão reais levantou protesto de algumas organizações contra a violência no país. ​

A partir de 1985 começaram a fabricação de armas com propulsão a gás, as GBB’s.​ Em 1990 o mercado sofreu um impacto devastador, e algumas empresas fabricantes de Airsoft tiveram de fechar suas portas. ​

No final dos anos 90 o Airsoft tem um recomeço com uma linha de armas incrivelmente reais, como as vistas hoje em dia, ganhando admiradores de diversos países ao redor do mundo.

No Brasil, os primeiros relatos apontam que o Airsoft começou a ser difundido no ano de 2003, e é controlado pelo comando logístico do exército, que regulamenta as armas através portaria 02 do Colog de fevereiro de 2010.

Qualquer pessoa maior de 18 anos pode adquirir sua arma de pressão em estabelecimentos regulamentados, visite a www.gmtatico.com.br.

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O início do vício

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Resolvi dar esse título porque, tenho certeza que os praticantes concordarão comigo, depois do primeiro combate, não existirá AA (Airsofters Anônimos) hehehe que te tirem do Airsoft.

No ano de 2006 resolvi me mudar para o Japão, na primeira folga que tive do trabalho (lá se trabalha pkct) sai para conhecer a redondeza e encontrei um shopping center (Jusco – Okazaki).

Corredores rodados me deparo com uma prateleira cheia de “armas”, cara, fiquei alguns momentos em choque, assim que me recuperei comecei a desbravar aquelas estantes, eram Sig’s, DesertEagle’s, M92, etc, tec e etc, que não acabavam mais, resultado, comprei uma SigSauer a pilhas.

Sei que deve estar pensando: “a pilha? Pois é, ainda não tinha a dimensão do que estava por vir.

Passado alguns dias, conversando com um amigo na fábrica, comentei sobre minha aquisição e ai veio a grande revelação hehehe, o cara me disse que haviam armas muito mais realistas e potentes, lojas especializadas e que eu não devia deixar de ir, peguei o endereço de uma delas e lá fui eu.

Ao chegar na loja outro impacto, pensa num número inimaginável de armas…é, não teve jeito, lá se vai o Insano com sua VSR 10 Tokyo Marui para casa. Para minha surpresa, você podia ir a parque e usar sua arma sem nenhum impedimento, apenas deveria usá-la em pontos seguros e jamais deveria ultrapassar o limite de FPS obrigatório no Japão que é de 1 joule, aproximadamente 330 FPS.

Já curtia bastante ir ao parque para atirar com minha VSR em alvos de papel, em moedas e etc, quando em outra conversa na empresa fui surpreendido novamente. Meu camarada me perguntou se não tinha o interesse em participar de um combate SURVIVAL (como é conhecido o Airsoft no Japão). Ele me disse que fazia parte de um grupo que jogava aos finais de semana, e lá fui eu para o meu primeiro combate.

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O Airsoft no Japão x Airsoft Brasil

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Os combates que participei no Japão são conhecidos como 4Fun, onde não se tem muito compromisso, até são propostos alguns objetivos, porém a diversão principal está em atirar uns nos outros a fim de eliminar seu adversário.

Gostaria de salientar que estou comentando a respeito do período que vivi lá (2006 a 2009), hoje muita coisa pode ter mudado. Naquela época era interessante ver que tinham algumas “arenas” específicas para os jogos e alguns eventos de grande proporção como a Operação Irene Japonesa. Uma grande facilidade era a aquisição de equipamentos e armas, que para a renda mensal de um trabalhador não era nada de exorbitante, muito pelo contrário, era muito acessível.

Quando retornei para o Brasil, um amigo me informou da existência de pequenos grupos de Airsoft, que também se reuniam e jogavam aos finais de semana. Lembro da primeira vez que encontrei com o pessoal do BR, fui surpreendente a qualidade dos loadouts (fardamentos e equipamentos) e na mesma proporção o susto com o valor de cada equipamento e arma.

Notei que havia a preocupação de se parecer mais com forças militares e policiais e que as missões procuravam ser mais elaboradas. Hoje consigo observar que muitos começam como no Japão, apenas como uma brincadeira, mas a pesquisa e o aumento de conhecimento, assim como o convívio com o pessoal de maior quilometragem, leva a uma brincadeira mais “séria”, mais preocupada com táticas e técnicas.

Fiquem ligados em nossas publicações e se tiver alguma sugestão não deixe de entrar em contato.

Forte abraço!

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Ricardo “Insano”

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